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Notícia

Greve de caminhoneiros leva a maior aumento de incerteza em 1 ano


A paralisação dos caminhoneiros levou a incerteza na economia, em junho, a atingir a maior alta em um ano. O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-BR), anunciado nesta quinta-feira (28) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 10,1 pontos entre maio e junho, para 125,1 pontos, maior patamar desde janeiro de 2017 (125,4 pontos).


Foi a maior elevação desde junho do ano passado (10,7 pontos), quando o país ainda absorvia os impactos da divulgação de conversas com suspeitas de corrupção entre o presidente Michel Temer e o dono da JBS, Joesley Batista, lembrou Pedro Costa Ferreira, economista da fundação. Com o resultado, o indicador manteve-se na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos) pelo quarto mês consecutivo.


Para o especialista, a tendência do indicador é prosseguir em alta até o fim do ano, devido à proximidade da corrida presidencial, que confere maior incerteza ao ambiente econômico, principalmente em condução de política econômica.


O técnico disse não acreditar que o índice volte a subir, na mesma magnitude, nos próximos meses. Isto porque, em sua avaliação, a intensidade do aumento foi provocada basicamente pelo protesto dos caminhoneiros, já encerrado – mas que provocou uma grave crise de desabastecimento em todo o país, devido à greve da categoria, e aos bloqueios de estradas efetuados.


No entanto, reconheceu que a tendência do índice é de alta. Ele observou que, mesmo com o fim da greve, consequências relacionadas ao movimento ainda não foram resolvidas – como a questão da construção de uma tabela de fretes com preços mínimos, que desagradou representantes de entidades empresariais. Ao mesmo tempo, por conta do movimento o governo anunciou subsídios ao diesel, o que deve causar impacto fiscal às contas do governo. “O governo tem mostrado uma inoperância em resolver crises”, resumiu ele.


Ao mesmo tempo, observou que, mesmo em junho, há um elevado grau de incerteza em relação à corrida presidencial, quem seriam os principais nomes e suas propostas para área econômica. Os candidatos que estão à frente apresentam pensamentos econômicos divergentes, notou ele. “Não sabemos o que vai acontecer em outubro. Uma previsão hoje seria grande chute”, afirmou o técnico.


Assim, Ferreira observou que o mais provável é que o indicador apresente novas elevações, não de dois dígitos, como em junho, mas suficientes para que o índice se mantenha em patamar alto, entre 110 e 115 pontos até o fim do ano. “Ocorreram várias revisões de estimativas para baixo no PIB; o câmbio, ninguém sabe como vai ficar”, enumerou, notando que há um volume grande de incertezas rondando a economia no momento. “As pessoas não sabem o que vai acontecer na economia e isso é ruim”, completou.



28/06/2018

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